Qua, 06 de Junho de 2012 17:17

Namoro na empresa: riscos e desafios

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Namoro na empresa: riscos e desafios CFA

No mês dos namorados, confira dicas para não deixar que seu relacionamento com o colega do trabalho prejudique a carreira.

O ambiente de trabalho é local propício para o surgimento de relacionamentos amorosos. Razões para isso não faltam, já que o contato diário por horas seguidas favorece a proximidade e a interação entre os colegas. Mas o que fazer quando o flerte torna-se mais sério e transforma-se em um namoro?


Segundo o presidente do Conselho Federal de Administração (CFA), Adm. Sebastião Luiz de Mello, é preciso ter cautela antes de assumir um relacionamento dentro da empresa. “É importante que a pessoa conheça as regras do local onde trabalha. Muitas empresas, por exemplo, não aprovam namoro entre funcionários”, diz.

Apesar disso, não há nenhum ponto na legislação trabalhista que permita que as empresas proíbam namoro entre funcionários. Porém, muitas não permitem ligações desse tipo por acreditar que a produtividade acaba sendo prejudicada. O que elas podem fazer, de acordo com o presidente do CFA, é proibir determinadas condutas como demonstrações de carinho explícitas ou até mesmo a relação sexual durante o expediente. “Nessas situações, se um casal é flagrado, pode gerar uma demissão por justa causa”, alerta Sebastião.

Mesmo assim, a principal dica de etiqueta para os funcionários apaixonados da empresa é ter discrição. Esse comportamento evita comentários e superexposição. Sebastião Mello também sugere que os casais saibam separar o trabalho do namoro. “Jamais deixe que discussões e brigas atrapalhem o rendimento e a produtividade no trabalho. Além disso, evite cenas de ciúmes na frente dos colegas”, recomenda o presidente.

A situação fica um pouco mais delicada quando o namoro é entre chefe e subordinando. Nesses casos, os cuidados devem ser redobrados, já que qualquer benefício concedido pode ser encarado pelos colegas como um privilégio conquistado em razão do relacionamento das partes envolvidas.

Por fim, o presidente do CFA recomenda maturidade ao casal envolvido. “O receio das empresas é que o namoro prejudique o desempenho do funcionário e atrapalhe o clima dentro da empresa, mas se o casal souber se comportar com discrição, as chances de final feliz são maiores. Caso contrário, o namoro pode ser desastroso e pode causar não só a perda da pessoa amada, como a perda do emprego também”, avalia Sebastião Mello.

Fonte do Artigo: CFA

Última modificação em Qua, 06 de Junho de 2012 17:33
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